segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Guerra sem fim…

Em que mundo estamos vivendo, ao quê a situação atual nos levará? Estamos no início de uma guerra civil, de uma guerra nas ruas que poderá se tornar infinita.

Nessa horas, eu lembro de todos aqueles filmes… um que trata de um medalhão dividido em duas partes e que deveria pertencer à dois irmãos mas um louro de óculos escuro quer roubar a outra metade. No final, os irmãos conseguem as duas metades do medalhão, unem-se e se transformam em um ninja poderoso e capaz de destruir o vilão.

Neste filme, o mundo está numa guerra que não tem fim. Em todas as ruas vemos barricadas, prédios destruídos e coisas queimando. Os rios estão todos poluídos e inflamáveis, sem falar na existência substancial de gangues, como a futura classificação da sociedade. Situação retratada também no filme O Juiz, com Sylvester Stallone, só não consigo lembrar se há gangues.

Nosso querido e tão visto Karate Kid também nos fala um pouco disso. Quando vemos a série de ataques ao protagonista, nas ruas, por motivos banais. Quando vemos as gangues novamente atacando.

Caso nosso futuro não tenda para esse momento, teremos uma situação parecida com o do filme V de Vingança. Onde todos moram em casas altamente seguras, as ruas são evitadas e todos devem estar dentro de suas casas num determinado horário, no fim da tarde. Todos vivem presos em suas moradias.

De fato, a realidade do último filme que citei já nos pertence. Mas, no filme, a situação é mais rigorosa e mundial. Será que a violência nas ruas acabará quando nos encarcerarmos em nossas casas ou será que essa será só uma medida de segurança?

Estou tratando este assunto hoje por que aconteceu um crime chocante em minha pequena e pacata cidade, Groaíras. Uma menina foi assassinada com um tiro na cabeça na frente do namorado quando estavam atrás do estádio, um dos pontos preferidos dos casais da cidade. Toda a cidade entrou em choque, nunca nada parecido havia acontecido.

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Lógica de Programação

Function escrever_no_blog(texto : string) : string;

Pára, pára, PÁRA! QuÉ isso negrada?!

Isso aqui é um blog, e não compilador de pascal.

Isso é fruto da inspiração que nosso professor de Lógica de Programação vem nos dando. Ele diz que, quando entramos lá, ainda não éramos doidos; mas quando saíssemos… seríamos doidos iguais a ele.

Como, na nossa querida UeVA, temos o TAL de básico, nosso professor diz: “Estudem, estudem Lógica! As outras disciplinas (Português, Inglês, Introdução à Universidade, Ética e Metodologia do Trabalho Científico) não têm lógica!”

Bem, como ele disse, a gente vai ficar doido mesmo (mais do que já é?). Aí as coisas na sala se tornam bem cômicas! Temos a Pascálgela (seria Nágela se não fizesse lógica), temos o Professor Pascalete (um novato na informática que vem se destacando em lógica), temos o Benjamim que é mais conhecido por Begins (seria begin, um termo do Pascal). Isso com o nome do pessoal.

Eu tenho a fama de não precisar de interfaces (teclado, mouse, monitor etc.) para usar o computador, basta colocar meu dedo na USB e já comando tudo num computador. Só que, na sala, tem gente que entende mais que eu…

Aí, quando o povo responde à uma idade inválida, por exemplo, digitada pelo usuário, sai cada resposta! A minha foi assim: menores que 1 “Você concorda que esta criança é muito nova para usar um computador?” e se fosse maior que 150 “Você concorda que esta pessoa já morreu?” e pedia para digitar novamente algo válido.

E sempre, depois da aula, temos uma partidazinha de UNO! Ô povo estudioso…

sábado, 15 de setembro de 2007

O teste das cores

Como você opera, age, frente aos seus objetivos e desejos:

Precisa de ambiente calmo. Quer libertar-se da tensão, de conflitos e desacordos. Esforça-se por controlar a situação e resolver seus problemas, por um procedimento cauteloso. Tem grande sensibilidade e apurada noção de detalhes.

Quer estabelecer-se e causar impacto, a despeito das circunstâncias desfavoráveis e de uma falta geral de apreciação.

Suas preferências reais:

Está sob considerável tensão devido as exigências da situação presente. Está tentando livrar-se das coisas que o restringem ou tolhem.

Precisa de companheirismo afetuoso, mas é intolerante com qualquer coisa que não seja consideração especial. De parte dos que lhe são íntimos. Se esta não lhe é dada, é capaz de isolar-se.

Sua situação real:

Quer ampliar seus campos de atividade e insiste em que suas esperanças e ideais são realidade. Está angustiado pelo medo de que possam impedi-lo de fazer o que quer; precisa de condições calmas e de tranqüila reafirmação, para recuperar a confiança em si.

É muito meticuloso nos padrões que aplica a escolha do cônjuge, e procura a perfeição muito irrealista na vida sexual.

O que você quer evitar:

Interpretação fisiológica: Tensão resultante de frustração em suas tentativas para conseguir segurança e compreensão. Interpretação psicológica: Responde a estímulo externos e quer experimentar tudo com intensidade, mas considera a situação atual extremamente decepcionante. Necessita de compreensão indulgente e sensação de segurança. Está angustiado pela sua aparente incapacidade para atingir suas metas. Em suma: Empatia causando frustração.

Interpretação fisiológica: Tensão oriunda da incapacidade de manter relações de maneira estável na sua condição desejada. Interpretação psicológica: É sensível e suscetível à doçura e à delicadeza de sentimentos, com um desejo de unir-se em algum tipo de fusão mística de harmonia erótica. Todavia, este desejo permanece insatisfeito devido à falta de um cônjuge adequado ou a condições adversas, e mantém um controle rígido e permanente sobre suas relações emocionais, já que precisa saber onde está exatamente. É difícil de contentar, é esteta e tem gosto apurado.que lhe permite formar a expressar seu próprio critério e julgamento, especialmente nos campos da arte e da criatividade artística. Esforça-se por se unir a outros que possam ajudá-lo em seu desenvolvimento intelectual ou artístico. Em suma: Sensibilidade artística sublimada.

Seu problema real:

Precisa proteger-se contra a tendência para confiar demais, já que julga estar sujeito a ser incompreendido ou explorado pelos outros. Portanto, está procurando uma união de intimidade tranqüila e compreensiva em que possa haver perfeito entrosamento.

Trabalha para consolidar sua posição e favorecer seu amor-próprio, examinando sua próprias realizações e as dos outros com avaliação crítica e discriminação científica. Insiste em enfrentar as circunstâncias às claras e inequivocamente.

Faça seu teste!

E tudo isso é verdade!

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Como gostaria de estar em um local, ignorando todos e fazendo do meu jeito!

Um lugar onde todos respeitam a opinião e a atitude alheia.

Como eu queria abraçar quem eu gosto, contar tudo que não posso, tudo que não consigo… e viver esse momento por todo o infinito.

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Enfim, universitário

Eita, faz quanto tempo mesmo que eu não posto por aqui? Para postar estou fazendo depois de 22h, para ler outros, nem pensar! Tenho tido pouquissímo tempo e meus e-mail somam mais de cem!

Iniciei a tão sonhada faculdade de Ciências da Computação na UeVA, mas já penso em transferir para outra cidade. Dentre os motivos encontramos o alto custo de vida em Sobral, já que não poderei ir e voltar à minha terra natal (Groaíras) todos os dias. Assim teria apenas cinco horas de sono e nenhum tempo para outras atividades (eu já não tenho!).

Logo no início teríamos aulas somente de manhã, para mim seria melhor o horário da noite. Pensei em trocar, mas as novas amizades (algumas originadas no cursinho) e outra que gostaria de aprender definir impediram a mudança. Sei que foi uma coisa minha, mas assim seria melhor para mim. Existem outros motivos, é claro, mas esse é o principal.

A amizade que gostaria de aprender a definir é a que consegui com um irmão do meu colega do curso de inglês. Não sei porque, notei uma certa semelhança. Como ele já era amigo do cara do cursinho, confirmei minhas suspeitas.

Trabalho

Meu irmão mais velho ausente e eu tendo que assumir o trabalho dele. Enfim ele está de volta. E agora disponho de um tempinho à mais. Claro que nem tudo está de volta aos lugares, mas estou me ajeitando.

Não sei se comentei aqui, mas, no trabalho, preciso de uma pessoa que fique me cobrando certas coisas: parte por culpa da minha memória, parte pela minha educação (tudo nas mãos). Finalmente alguém na RAEC que cobra mesmo as coisas. Alguém pode não gostar disso, mas eu gosto: é assim como trabalho. Tenho tentado mudar essa atitude sem sucesso, falta alternativas.

Enfim, estou trabalhando muito. Sempre tenho um tempinho entre um cliente e outro à noite na LAN, mas ainda assim não posso sair e fico impedido de fazer milhares de outras coisas. É bom, eu fico na Internet, mas às vezes prejudica outras atividades.

Nem Deus (se é que ele existe) sabe quando eu posto aqui de novo. Quem sabe numa crise de personalidade que inspire alguma coisa ruim para continuar esse negócio (blog).

sábado, 28 de abril de 2007

De volta à era do Diário Virtual

Já dois textos começados e nada sai para postar aqui. Aí, estava pensando: já que nada legal sai para escrever, vou voltar à onda do diário virtual (que de diário tem nada!) e escrever como tem sido essa vida.

Em março viajei para Fortaleza e fiz uma oficina de Teatro do Oprimido (educação libertadora, como gosto de chamar), foi tudo ótimo, mas as cobranças para efetuar multiplicações são muitas. Quem me conhece saber que eu "amo" ser professor, apesar da ovacionada habilidade. Tem algo que não me agrada nessa profissão. Eu não sou o ator, prefiro dirigir ou filmar — isso se aplica à vida também.

Nossa, essa temporada de nova filial no Lisieux — /liziê/ — tem me deixado bastante ocupado e sem muito tempo para as coisas. "As ruma" de gente ligando para mim, tentando marcar horários. Sem falar nas viagens à Cariré e Lisieux para fazer manutenção nos equipamentos.

Ainda bem que durante as manhãs de terça-feira e quinta-feira tenho só o curso de inglês e estou de volta à casa por volta das dez horas. Aí é dormir até a hora do almoço — geralmente vou dormir depois das 23h e acordo quinze para cinco.

Agora como novo presidente da RAEC, um monte de dívidas à pagar e sem dinheiro para nada fico eu com mais pouco tempo até para comer. Internet só de madrugada, a folga que tenho tido é só para descansar ao som da televisão.

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007

Porq escrevemos assim na net?

Quem utiliza a Internet precisa de agilidade e velocidade. Tanto relacionado à organização da página e a velocidade da conexão quanto à capacidade de criar, usar e reconhecer símbolos.

Essa interpretação de símbolos é um dos principais problemas do usuário brasileiro e explica parte do problema com roubo de dados. Já que eles só analisam o resultado, e não todo o processo como deveriam. Alguns chegam até a desistir do processo (seja qual for) por não conseguir fazer a interpretação necessária.

Assim, tratando-se de bate-papos e fóruns, a necessidade da rapidez na digitação e de substituir encontros consonantais e vocálicos por apenas uma letra é extremamente importante para que os usuários não percam "o fio da meada" (a idéia) ou mantenham a conversa equilibrada, sem demoras. Se preocupar com acentos, então, nem se fala… Há, ainda, casos de teclados mal configurados ou sem acentos que impossibilitam o usuário leigo de acentuar as letras.

Muitas pessoas julgam esse método de escrita um crime à língua portuguesa, mas elas não consideram ou desconhecem o verdadeiro motivo desta quase abreviação das palavras na Internet.

É claro que esse modo de escrita é prejudicial àqueles que estão aprendendo ou não se preocupam com a estética do texto. Lingüísticos dizem que o importante é haver comunicação. Mas não podemos perdoar erros que nos impossibilitam de entender o conteúdo do texto. Quem faz parte desse mundo virtual composto de textos sabe bem do que estou falando.

Então, aqui deixo meu aviso a todos que não se preocupam com o modo como escrevem e se o texto será entendido. Também deixo o aviso àqueles que não fazem parte desse mundo virtual de textos e condenam esse tipo de escrita em meio de comunicação aberto pervertendo a imagem alheia.

Digo isso baseado na implantação do primeiro cyber cafe da minha cidade e dos problemas encontrados ao ensinar cada passo aos novos usuários da Internet.

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007

A vida

Por muito tempo, eu pensei que a minha vida fosse se tornar uma vida de verdade. Mas sempre havia um obstáculo no caminho, algo a ser ultrapassado antes de começar a viver: um trabalho não terminado, uma conta a ser paga… Aí sim, depois disso, a vida começaria de verdade.

Por fim, cheguei à conclusão de que esses obstáculos eram a minha vida de verdade. Essa perspectiva tem me ajudado a ver que não existe um caminho para a felicidade.

A felicidade é o caminho! Assim, aproveite todos os momentos que você tem. E aproveite-os MAIS se você tem alguém especial para compartilhar! Especial o suficiente para passar seu tempo; lembre-se que o tempo não espera ninguém.

Portanto, pare de esperar até que você termine a faculdade; até que você volte/vá para a faculdade; até que você perca 5 kg; até que você ganhe 5 kg; até que seus filhos cresçam; até que você se case; até que você se divorcie; até sexta à noite; até segunda de manhã; até que você tenha comprado um carro ou uma casa nova; até que seu carro ou sua casa tenham sido pagos; até o próximo verão, primavera, outono, inverno; até que você esteja aposentado; até que a sua música toque; até que você tenha terminado seu drink; até que você esteja sóbrio de novo; até que você morra e decida que não há hora melhor para ser feliz do que agora mesmo…

Lembre-se: felicidade é uma viagem, não um destino. O grande barato da vida é olhar para trás e sentir orgulho da sua história. Claro que a vida prega peças; mas pensa só: tem graça viver sem gargalhar pelo menos uma vez ao dia?

Devemos transformar tudo em boas experiências. Chorar de dor, solidão e tristeza faz parte do ser humano. Ou nos conformamos com a falta de algumas coisas ou não esforçamos para realizar todas as nossas loucuras… Seu eu fosse você, tentaria realizá-las; mas seja forte o suficiente para enfrentar os obstáculos; paciente para saber esperar o resultado e capaz de reconhecer seu esforço e ver que não foi em vão.

No final de cada jornada olhe pra trás e enxergue uma vida maravilhosa, cheia de alegrias, viagens, sorrisos, amores, paixões, beijos, abraços, amigos, conquistas… Ao olhar pra trás veja que cometeu loucuras em certos momentos, mas que também agiu com consciência em outros. Chore quando for preciso desabafar aquela agonia incontrolável. Se sinta cansado, exausto de tanto pular, gritar, dançar e cantar.

E no fim da noite pense: VALEU A PENA!

Autor desconhecido, adaptado por Mino.

Retirado do perfil de alguém no orkut que copiou de outra pessoa e não lembra quem. O texto é ótimo… pena que não o sigo à risca. Seria bom se todos o fizessem.

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007

O inverno começou por aqui…

Durante várias semanas pensei no que escrever… tive idéias ótimas, mas estava em locais que me impossibilitavam de toma nota e acabava esquecendo ao chegar em casa.

Então estava relembrando: fazia um bom tempo que não percebia esse clima e me lembrei do ditado "a gente só dá valor às coisas quando as perdemos". E estava pensando o quão bom é esse período chuvoso no subúrbio de uma cidade pequena no interior do Ceará.

Já li em algum lugar que devemos dar valor às pequenas coisas. E me sinto tão bem ao ver cadernos novos (risos), as folhas onduladas por causa da alta umidade relativa do ar, o cheiro de coisa nova, as novidades da televisão (risos de novo), a esperança de mudar, a terra molhada, a chuva que demora horas e quase inunda meu quarto, a água correndo em alta velocidade pelas grotas. Nossa é tanta coisa!

Os girinos inquietos nas poças de lama. Os avisos para evitar a dengue. Os pés molhados nas lamas criadas pela chuva, o frio, o rio cheio, dormir todo enrolado com mais de um lençol e com as portas e janelas fechadas…

Ao pensar nisso, me encho de felicidade e ao mesmo tempo me entristeço por saber que talvez seja a última vez que vejo isso acontecer. Afinal, este é o ano mais quente do século: iremos sofrer muito com o calor… Terei de suportar várias pessoas reclamando dele. Pessoas essas que nunca fizeram nada para que ele diminuísse. Nunca evitaram jogar lixo na rua, nos rios, nas matas… Pessoas também que não educaram outras para não fazerem isso. Mas só o lixo? Esse poderia ser o primeiro gesto. Quando se cutuca muito um buraco ele fica cada vez maior…

Sei que as intenções das pessoas que descobriram o petróleo, por exemplo, fossem de facilitar a vida. Mais isso era uma facilidade passageira diante da existência humana. E é por causa dessa necessidade de facilidades que estamos passando por isso.

Então, deixo aqui o meu relato sobre o que sinto após saber que, talvez, nunca mais presencie as coisas boas de um "inverno" em Groaíras.

segunda-feira, 1 de janeiro de 2007

Aqui estou eu… três horas de 2007, começando e tentando transcrever a melhor virada de ano da minha vida. Eram apenas seis pessoas, mas pessoas que me fizeram sentir bem. Senti a falta de mais um, que deve estar "se divertindo por mim" em outro estado.

Não houve nada de mais: apenas conversamos, bebemos "celular" limão com refrigerantes de cola e conversamos muito. Mas foram os melhores momentos de 2006 e o momento perfeito para começar 2007.

Enfim, precisava registrar a alegria desse momento em algum lugar e compartilha-las com alguém. Mesmo que esse alguém nunca tenha me visto na vida.