De volta à era do Diário Virtual
Já dois textos começados e nada sai para postar aqui. Aí, estava pensando: já que nada legal sai para escrever, vou voltar à onda do diário virtual (que de diário tem nada!) e escrever como tem sido essa vida.
Em março viajei para Fortaleza e fiz uma oficina de Teatro do Oprimido (educação libertadora, como gosto de chamar), foi tudo ótimo, mas as cobranças para efetuar multiplicações são muitas. Quem me conhece saber que eu "amo" ser professor, apesar da ovacionada habilidade. Tem algo que não me agrada nessa profissão. Eu não sou o ator, prefiro dirigir ou filmar — isso se aplica à vida também.
Nossa, essa temporada de nova filial no Lisieux — /liziê/ — tem me deixado bastante ocupado e sem muito tempo para as coisas. "As ruma" de gente ligando para mim, tentando marcar horários. Sem falar nas viagens à Cariré e Lisieux para fazer manutenção nos equipamentos.
Ainda bem que durante as manhãs de terça-feira e quinta-feira tenho só o curso de inglês e estou de volta à casa por volta das dez horas. Aí é dormir até a hora do almoço — geralmente vou dormir depois das 23h e acordo quinze para cinco.
Agora como novo presidente da RAEC, um monte de dívidas à pagar e sem dinheiro para nada fico eu com mais pouco tempo até para comer. Internet só de madrugada, a folga que tenho tido é só para descansar ao som da televisão.


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